Obra do jornalista Moacir Pereira sobre César Martorano, resgata fato histórico de 1930

Com 150 páginas e prefácio de Rogério Martorano, filho do homenageado, o livro detalha como o jovem Cesar Martorano impediu o fuzilamento de Assis Chateaubriand, então um dos homens mais influentes da imprensa brasileira, no início da Revolução de 1930.

O relato é avalizado pelo jornalista Fernando Morais, autor da biografia de Chateaubriand, que assina um comentário na contracapa. –  A obra explora como esse acontecimento ajudou a projetar São Joaquim no cenário nacional, por meio da cobertura dos veículos dos Diários e Emissoras Associados no eixo Rio-São Paulo.

– Para ele, a história de César Martorano um episódio de grande relevância para Santa Catarina e para o Brasil. Segundo o autor, durante a Revolução de 1930, Assis Chateaubriand chegou a São Joaquim sendo confundido com um espião e acabou colocado diante de um pelotão de fuzilamento. Foi então que César Martorano, que atuava como correspondente dos Diários Associados, apresentou documentos que comprovaram a identidade de Chateaubriand, evitando sua execução.

Moacir Pereira destacou ainda que a relação construída entre Assis Chateaubriand e a família Martorano trouxe grande visibilidade nacional para Santa Catarina ao longo das décadas, especialmente para São Joaquim e a Serra Catarinense, contribuindo para divulgar o frio, a neve, a maçã e, posteriormente, os vinhos de altitude.

Edição: Lúcio Colombo

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